quarta-feira, 13 de julho de 2011


Os céus estão chorando
Eu estou assistindo
Pegando as lágrimas em minhas mãos
Somente silêncio, tem o seu fim
Como se nunca tivéssemos tido uma chance
Você tem que me fazer sentir como se
Não restasse mais nada para mim

Você pode pegar tudo o que eu tenho
Você pode quebrar tudo o que eu sou
Como se eu fosse feita de vidro
Como se eu fosse feita de papel
Vá em frente e tente me derrubar
Eu vou me levantar do chão
Como um arranha-céu
Você se sentiria melhor
Assistindo enquanto eu sangro?
Todas as minhas janelas ainda estão quebradas
Mas eu ainda estou de pé



segunda-feira, 11 de julho de 2011

Como definir a mais complexa das frases?
Hoje me recuso a escreve-la aqui, mas farei minha própria definição, o que julgo ser.
Mas quem sou eu pra julgar algo? Definir algo?
Sou nada além de um ser humano em busca da tal "felicidade", em busca de realizações; Sou um ser humano com ambições. Desejo que sonhos se concretizem.
Mas como sempre, a chamada "esperança" muitas  vezes se apaga.
Como ter esperanças quando, além do tempo, outros fatores interferem revirando nosso futuro?
E me dizem para ter confiança, perseverança, me dizem para sonhar e buscar.
E a frase que anteriormente [não]citei? 
Ela é uma mistura de egoísmo, vida, coração, sangue, alma, pele. Essa frase caracteriza uma mistura de sentidos, sentimentos, vontades, desejos.
Esse meu desejo secreto é você quem o desvenda a todo o momento. Não sei guardar esse segredo.
O que caracteriza minha felicidade é aquela frase, doce frase que oculto.
Essas paredes que nos separam,
Volta o eterno medo de perder.

Tem beijo que parece mordida,
tem mordida que parece carinho, tem carinho que parece briga, tem briga que aparece pra trazer sorriso, tem sorriso que parece choro, tem choro que é pura alegria, tem dia que parece noite, e a tristeza parece poesia. Tem motivo pra viver de novo, tem o novo que quer ter motivo, tem aquele que parece feio, mas o coração nos diz que é o mais bonito. Descobrir o verdadeiro sentido das coisas é querer saber demais.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

that's why I smile :)

Essa semana tem sido bem controvérsia, por quê?
Não sei ao certo definir o que está ocasionando tantas mudanças na minha forma de pensar e agir.
Dias atrás descobri algo que me entristeceu, me fez acreditar menos no que já pouco acreditava. Por outro lado, percebi que não é ficando triste ou com medo que você se torna uma pessoa fraca. Ser fraco, nada mais é do que deixar essa tristeza ou medo acabar com cada sonho e vontade.
-StayStrong (:

segunda-feira, 4 de julho de 2011

What the hell


Gostaria de entender a mente da pessoa que mente,
Que prazer será ela sente?

Acho que mata aos poucos, derramando sangue.
Não se contenta com o sorriso de alguém.
Um dia de cada vez. Atinge aos poucos.
Crescente angústia os anima.
Despedaçar cada parte até que não haja mais coração, é o fim.
Pessoa que mente,
Que prazer você sente?






Não sei mais, nem menos.
Todos os dias uma palavra que outra me atrapalha.

Fico estática aqui, meu sorriso se torna forçado. 
O que sinto? Eu não sei o que sinto.

Parece impossível ser feliz.
Quero agora que o foco mude. Vejo-me outra pessoa,
Sou pequena, invisível, sem alma.
Minha força some assim, do nada, de uma hora para outra.
Minha segurança não existe.
Imperfeita, sou imperfeita.
Qualquer um parece ser melhor. Eu sou a pior.
Talvez eu me esconda. Talvez me esqueçam.
Mesmo assim, todos os dias eu decido sorrir.
Todos os dias eu vou sorrir.
É o que é o que há de mais certo.
O que vai acontecer?
Eu não sei, eu nunca sei.

olá, queridas moscas.

Deitei na cama, me virei umas cem vezes. Tentei dormir, mas desisti! Fico imaginando situações, relembrando momentos e pensando na mesma pessoa.
Não aguentei mais e precisava me distrair.
Parece que todas as coisas ruins que podem acontecer de novo ficam perambulando na minha mente...
Lembrei de uma conversa com um amigo e logo me veio aquela vontade louca de ser criança novamente.
Ir na casa da vó almoçar, dormir na casa das tias, das amigas. Sair com o primo e falar besteiras. Ir pra praia com uma amiga e rever amigos. Ir na redenção jogar bola. Fazer qualquer coisa que não resulte em um coração partido, uma lágrima ou tristeza.
De repente você cresce e se depara desejando que alguém sinta tanto medo em te perder quanto você sente de perder alguém. Depois pensa que pessoas não são objetos, ou seja, não podem ser perdidas. Ou vocês ficam juntos, ou não ficam. Simples assim para o destino, mas infelizmente ele não parece medir os estragos.
Passar a noite acordada também me fez lembrar das acusações injustas, dos esforços que jamais foram reconhecidos e de tudo o que havia me tornado mais fria. Já fui injusta com tanta gente, e infelizmente não consigo olhar mais para certas pessoas. Mal consigo confiar em poucas.
Podem chamar de insegurança, acho que não há outro nome para isso.
Tem horas que está tudo bem, mas do nada muda, do nada sinto vontade de sumir de novo, engolir de uma vez todos os medos. Não sei definir o que sinto, só quero que passe logo.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

goodbye.


Aos 11 descobri o que é sentimento de perda, dor incalculável.

Início dos medos e receios.
12 anos, mudanças! Novo lugar, novos "amigos", tudo novo: caos completo.
Mudança no modo de pensar e agir.
15 anos, como já era de se esperar, é fácil alguém te decepcionar e deixar infeliz. Mais duas perdas, sentimento devastador.
Minha identidade quase perdida. O que fazia não representava meu "eu" verdadeiro.
"Estava apenas sendo adolescente?" Não, não é assim que encaro os erros.
Aos 16 anos não aguentei mais. Sim, sou nova. Por todos os lados me dizem que tenho um futuro inteiro pela frente. Alguém por acaso está dentro do meu corpo pra entender o que acontece? NÃO.
Virei-me contra todos os que aparentemente queriam me ajudar. Eu recusei a ajuda de qualquer um que fosse.
Tinha total consciência de que estava colocando tudo a perder e jogando meu futuro fora, mas não me importava. Minha vida não importava.
Tive coragem nas horas erradas, mas tive. Espalhei cicatrizes pelo meu corpo, mas nada que se compare ao que eu sentia interiormente. Não tinha mais forças para levantar, comer, sorrir, nem chorar. Não acreditava em mais ninguém, pois sei o quanto a falsidade domina as pessoas, ou quão mentirosas as mesmas podem ser. Nem em mim mesma confiava.
Foi o fim.
Optei pela única coisa que ainda poderia fazer. A última cartada: Minha morte.
Não sei ao certo quando foi, mas lembro bem o que senti. Meu cansaço me levou ao extremo, matei tudo o que em mim me movia pra baixo.
Decidi que no outro dia seria outra pessoa, uma que se força a sorrir mesmo sentindo dor. Forcei-me todos os dias a levantar e procurar ajuda.
Matei o meu passado.
Vivo agora de realidade, deixei minhas fantasias para trás. Ainda restam em mim vestígios de um passado bem recente, que estão custando a sair, mas alguém especial me fez ter mais força de vontade.
Toda a ajuda que recusava, hoje agradeço.
Mas sinceramente, não importa quantas pessoas estejam ao teu lado querendo te ajudar, ainda assim você é a única pessoa responsável pela sua felicidade. Ninguém será feliz por você, ninguém sorrirá por você.
Apenas terá alguém por perto ajudando a se levantar.