Os tempo está passando, mas conforme o dia muda, um medo crescente vem junto com a ansiedade.
Eu tento de todo jeito ver as coisas boas acontecendo. Mas e se não forem apenas coisas boas?
É, eu sinto medo.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Pensamento nem sempre levam a lugares seguros e a decisões corretas.
Até uns dias atrás eu me conformava com meias palavras, mas agora as palavras se perderam num momento em que parecem não voltar.
Não minto, estava mais fácil antes.
O erro deve ser sido meu quando eu deixei tanta coisa mudar.
Parece que tudo em volta tem se tornado um desafio em que a vida me testa pra ver se eu desisto logo ou permaneço no jogo.
É a minha família caindo, meus amigos sumindo, faculdade começando a pesar, trabalho não gerando bons resultados, paixonites sem rumo e mais textos sendo escritos.
Não quero largar nada disso, não quero deixar de lado e me entregar de novo.
Já me larguei uma vez pro "nada'' e isso só aumentou as dificuldades. A cura tá no esforço de cada um.
Não quero mais me ver no papel de problemática. Eu estava começando a sonhar alto, pensar adiante. Estava crescendo, mas em algum momento caí e esses sonhos, essas metas parecem estar cada vez mais distantes.
Não há culpados, só há um coração fragilizado pelo receio de perder.
Não pode haver garantias, certo?
Até uns dias atrás eu me conformava com meias palavras, mas agora as palavras se perderam num momento em que parecem não voltar.
Não minto, estava mais fácil antes.
O erro deve ser sido meu quando eu deixei tanta coisa mudar.
Parece que tudo em volta tem se tornado um desafio em que a vida me testa pra ver se eu desisto logo ou permaneço no jogo.
É a minha família caindo, meus amigos sumindo, faculdade começando a pesar, trabalho não gerando bons resultados, paixonites sem rumo e mais textos sendo escritos.
Não quero largar nada disso, não quero deixar de lado e me entregar de novo.
Já me larguei uma vez pro "nada'' e isso só aumentou as dificuldades. A cura tá no esforço de cada um.
Não quero mais me ver no papel de problemática. Eu estava começando a sonhar alto, pensar adiante. Estava crescendo, mas em algum momento caí e esses sonhos, essas metas parecem estar cada vez mais distantes.
Não há culpados, só há um coração fragilizado pelo receio de perder.
Não pode haver garantias, certo?
Foi tempo de enrolação. Tinha tudo pra dar certo, mas deu tudo errado.
Por que teve que me fazer pensar nisso de novo?
Parece pior por ter sido meu primeiro-tudo.
"Por que eu de novo?" Disse que fui a mais carinhosa, a mais sincera, a que mais demonstrou.
Sim, eu sei que fui tudo isso e sei que isso tem me trazido problemas. Menos pra ti, que quer de volta.
Ainda quer que eu escute as mesmas músicas e provoca minhas lembranças. Mas veja só, agora não dói.
Joguei na tua cara meu desprezo. Eu sabia que se arrependeria.
Fizeste um belo de um estrago.
Você não faz falta quando eu acordo. Não faz falta quando preciso de atenção. Não faz falta nas minhas noites. Não faz falta no meu celular. Não faz falta nos meus pensamentos. Não faz falta.
Eu devia amar errado. Mas criança do jeito que era, como seria amar certo?
O dia que você foi, quase sem aviso, eu chorei. Era tudo o que eu conseguia fazer, mas você não viu, até porque nunca quis ver o estrago que fazia.
Lembro de ter ficado parada por horas sem chorar, sem sentir. Estava buscando por um erro que não era meu.
Hoje eu espero alguém que não se importe se me ver chorar, mas sei lá. Será que essa pessoa existe?
Não te contei, mas me deixaste com medo e agora eu fujo de quem quer que seja, porque você me ensinou que as pessoas vão embora, então não ame de novo. Você me ensinou a ir embora, porque ninguém se importaria.
É, eu devo ter pedido minha confiança há dois anos atrás, mas enquanto ninguém perceber eu permaneço salva .
Enquanto você volta a me assombrar, eu permaneço confusa.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Essa gente grita. Como grita. Como irrita.
Que vontade absurda é a de me ver longe desse barulho.
E vai que uma hora isso aqui se silencie?
Mas pudera eu ser dona da chamada paciência.
Bate meio dia e já estou em casa. Daí que bate junto uma frustração.
Que medo de entrar. Entrar na casa fria.
Já ouço reclamações, depois vejo o que não quero ver. Já vem uma coceirinha no coração.
Tá parecendo arranhão.
As horas não passam e quero tanto que passem.
Não dá, desse jeito mistura tudo.
E fica aquele bolo de sentimentos se acumulando. Como faço pra reconhecer cada um?
E bate meio dia do outro dia.
As horas não passam.
meia volta
Não lembro de ter precisado tanto segurar o choro como agora. Enquanto tem gente na volta é preciso se controlar, sabe. Esconder.
Me pergunto se tenho algum problema.
Respirar fundo e ficar parada. Qualquer "tudo bem?" resulta em lágrimas. E eu não sei o motivo.
Tá faltando algo, ou sobrando. Tem coisa se acumulando. Mas o quê?
Meio segundo sozinha e sento num canto. É aí que escorre tudo. Escorre tristeza, escorre peso, escorre frustração.
Depois levanto, enxugo o resto que não serve e finjo que nada aconteceu.
Mais leve, mais aberta, mais eu.
E fica tudo bem.
Só que volta. Sempre volta.
Me pergunto se tenho algum problema.
Respirar fundo e ficar parada. Qualquer "tudo bem?" resulta em lágrimas. E eu não sei o motivo.
Tá faltando algo, ou sobrando. Tem coisa se acumulando. Mas o quê?
Meio segundo sozinha e sento num canto. É aí que escorre tudo. Escorre tristeza, escorre peso, escorre frustração.
Depois levanto, enxugo o resto que não serve e finjo que nada aconteceu.
Mais leve, mais aberta, mais eu.
E fica tudo bem.
Só que volta. Sempre volta.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Pessoas frustradas não sabem colocar títulos ~
"Que frustrante" É nisso que tenho pensado há tempos;
Não sei mais como juntar uma palavra aqui e outra ali para que façam sentido
Que frustrante não saber organizar os pensamentos e soltá-los para que possam ser entendidos. Nem sequer aguento mais deixá-los preso.
Há tanto peso que faz com as palavras se apertem mais e mais, quebram-se, dividindo-se e mais fragmentos que só servem pra ocupar espaço.
Volta e meia me sinto como criança boba, pedindo para ir brincar lá fora. Mas não permitem que eu saia, pois chove. E como chove!
Então assisto de longe os pingos d'água caindo sobre o concreto. Ah, como eu queria estar lá fora.
Aqui dentro é tão seguro, mas parece que não cresço. Há uma necessidade que cresce mais do que eu.
Todos dizem que é perigoso lá fora, todos tem medo por mim. Isso, um medo que não se abriga em mim. Sinto-me renovada, como se o tempo tivesse trilhado caminhos diferentes. Caminhos com muitas pedras e tempestades. Mas foi liberado e não tenho medo, só me sinto presa. Presa pelo medo que não me pertence. Isso sim é frustrante: Ter pressa de sair e ficar por aqui. Talvez seja realmente perigoso... Mas "talvez" não me dá certeza. "Talvez" não me para.
Que sensação estranha é essa de estar cercada por dúvidas, incertezas. Como pode sentir tudo ao mesmo tempo? Não ter medo, mas receio. Pensar em parar, mas continuar.
Não sei mais como juntar uma palavra aqui e outra ali para que façam sentido
Que frustrante não saber organizar os pensamentos e soltá-los para que possam ser entendidos. Nem sequer aguento mais deixá-los preso.
Há tanto peso que faz com as palavras se apertem mais e mais, quebram-se, dividindo-se e mais fragmentos que só servem pra ocupar espaço.
Volta e meia me sinto como criança boba, pedindo para ir brincar lá fora. Mas não permitem que eu saia, pois chove. E como chove!
Então assisto de longe os pingos d'água caindo sobre o concreto. Ah, como eu queria estar lá fora.
Aqui dentro é tão seguro, mas parece que não cresço. Há uma necessidade que cresce mais do que eu.
Todos dizem que é perigoso lá fora, todos tem medo por mim. Isso, um medo que não se abriga em mim. Sinto-me renovada, como se o tempo tivesse trilhado caminhos diferentes. Caminhos com muitas pedras e tempestades. Mas foi liberado e não tenho medo, só me sinto presa. Presa pelo medo que não me pertence. Isso sim é frustrante: Ter pressa de sair e ficar por aqui. Talvez seja realmente perigoso... Mas "talvez" não me dá certeza. "Talvez" não me para.
Que sensação estranha é essa de estar cercada por dúvidas, incertezas. Como pode sentir tudo ao mesmo tempo? Não ter medo, mas receio. Pensar em parar, mas continuar.
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